Dirigido pela bailarina Elizete Mascarenhas o Circuito Cultural Dias Melhores reuniu arte educadores e outros profissionais para oferecer oficinas de artes gratuitas online. Aos cinquenta e nove anos, a bailarina explica sua visão do trabalho com a dança durante todos estes anos.

“Desde muito pequena sempre amei todos os tipos de artes, mas, a dança sempre foi minha paixão. Aos doze anos eu já dava aulas de dança no colégio e não parei mais. Nunca consegui ver a dança como forma de enriquecimento, nem mesmo como forma de competição diferente da maioria das bailarinas. Sempre tentei levar a dança ao patamar da transformação social. A dança é um caminho para buscar a autoestima e confiar em Dias Melhores. O quê faz o nosso trabalho ainda relevante durante a pandemia”, disse a bailarina.

O “Circuito Cultural Dias Melhores” apresenta oficinas de dança inclusiva, contação de estória, dança cigana, dança do ventre, atividades circenses e dança contemporânea.

Membro do Colegiado Estadual de Dança onde representa cidades importantes do cenário Cultural como Niterói, São Gonçalo, Maricá, Itaboraí e Rio Bonito, Elizete ressalta que a iniciativa além de levar alegria e conhecimento através da rede serve para auxiliar a classe da dança neste momento tão difícil, executado graças a Lei Aldir Blanc através da Secretaria Estadual de Cultura.

O circuito conta com uma equipe multidisciplinar: Thayrine Mesquita, Daniel Rangel, Jackie Chermont, Roberty Flores, Thiago Mascarenhas, Bruno Mascarenhas, Fernanda Brasil, Drielle Hipólito, Juan Victor e Ricardo Chagas. Vale destacar o trabalho da tradutora de libtas, Driele Hipólito. O projeto levanta ainda a temática da dança inclusiva já que Elizete foi pioneira no Estado ao unir dança e inclusão.

“Durante esses longos anos e lá se vão mais de quarenta, busco além de compartilhar meus conhecimentos com meus alunos e seguidores, busco apoiá-los para que despontem no mercado de trabalho. Eles seguem levando meu nome em seus trabalhos e isso é muito gratificante pra mim. São os frutos de muita dedicação e muito amor a minha arte da dança.”, conclui Elizete Mascarenhas.

Obs.: Às oficinas ficam gravadas, vocês podem assistir a qualquer momento.

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