O “Festival pras bandas de cá” vai agitar a Sala Nelson Pereira dos Santos, em Niterói, entre os dias 22 de julho e 15 de agosto, com shows diários, mais de 20 atrações, em 25 dias de muita música boa! O evento, com bilheteria totalmente revertida para os próprios artistas, contará com a participação de grupos niteroienses como Dizcoé, Sarau do Cahon, Violúdico, Samba em Movimento, Engenho Roots, Choro na Rua, Rebel Day, André Jamaica, BR 80, Candongueiro, Banda Tribos, entre outros.

A iniciativa da Prefeitura de Niterói, realizada por meio da Secretaria Municipal das Culturas e da Fundação de Artes de Niterói (FAN), tem como objetivo contribuir para mitigar os impactos econômicos causados pela pandemia do coronavírus no setor artístico da cidade. Essa primeira fase do festival, parte do pacote de retomada das atividades culturais, será voltada apenas para artistas do município.

Durante a programação, a Sala Nelson Pereira dos Santos, seguindo os protocolos sanitários do município, vai funcionar com 30% de sua capacidade de público presencial e disponibilizará até 148 na plateia.

A venda dos ingressos será feita pela plataforma Sympla, no endereço eletrônico: www.sympla.com.br ou pelo aplicativo que está disponível para sistemas Android e IOS.

Serviço da primeira semana:

– BR80 e Gold Coast
Data: 
22/07 – Quinta

Horário: 19h15
Valor: R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia)

 – Candongueiro – Pedro Ivo
Data: 
23/07

Horário: Sexta

Horário: 19h30
Valor: R$ 40 (inteira) | R$ 20 (meia)

– Sarau do Cahon
Data: 
24/07 – Sábado

Horário: 20h
Valor: R$ 40 Inteira | R$20 Meia
Convidados: Abigail, Claudio Salles e Madallena

 – Samba em Movimento
Datas: 
27/07, 03/08 e 10/08 – Terças

Horário: 19h30
Valor: R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia)

– Choro na Rua
Data: 29/07 – Quinta

Horário: 19h
Valor: R$ 50 (inteira) | R$ 25 (meia)

Todos os ingressos pela plataforma Sympla, no endereço eletrônico www.sympla.com.br.

Sobre os artistas e bandas:

– BR80

Formada em janeiro de 2002 por músicos de Niterói (RJ), que tinham o objetivo de fazer um tributo ao Rock Nacional dos anos 80 e relembrar sucessos consagrados da melhor década do Rock Brasil.

Com o tempo, passou a incluir também em seu repertório bandas e artistas de outras épocas, sem perder a essência “oitentista”, que é marca registrada da banda desde sua formação.

No repertório, Barão, Legião, Paralamas, Capital, Fábio JR, Tim Maia, Guilherme Arantes, Skank, Jota Quest, Cidade Negra, O Rappa, Los Hermanos, LS Jack, Raimundos, Detonautas, Charlie Brown JR, Men At Work, The Smiths, Billy Idol, Ricky Martin, SisterHazel, DepecheMode, Culture Club, The Police, U2, R.E.M, Steppenwolf, Kiss, Beatles, Credence e muito mais …

Formação: Sávio Heidenfelder – voz e guitarra; Marcelo Freitas – voz e bateria; Rodrigo Santana – voz e teclado; e Francisco Falcon – voz e baixo.

– Pedro Ivo

 Cantor e compositor, iniciou sua carreira no GRANES Quilombo (Grêmio Recreativo Arte Negra Escola de Samba), fundado pelo compositor Candeia, em 2007, como vocalista do grupo Uto Tombo do Quilombo. Em 2009, Pedro Ivo já se apresentava no circuito de bares da Lapa, berço da boemia carioca.

Premiado, Pedro Ivo passou por importantes grupos, como: ‘Saravah’, ‘Regresso’, ‘Tenho Dito’, ‘Mistura da Toca’, ‘Quarteto Degradèe’ e ‘Filhos de Sinhá’. Em 2017, lançou, no Theatro Municipal de Niterói, o seu primeiro álbum solo, em comemoração aos dez anos de carreira. ‘No Apito Da Barca’ foi gravado com 14 faixas inéditas e vendeu quase 2 mil cópias.

– Candongueiro

A roda nasceu no quintal de casa apenas para amigos, se tornou sucesso estrondoso ao longo dos anos e, quinzenalmente, atraía centenas de pessoas a Niterói. Além de contar com músicos virtuosos, o grupo Candongueiro atriu um público cativo, que teve pôde acompanhar participações memoráveis de baluartes do samba como Beth Carvalho, Dona Ivone Lara, Nelson Sargento, Wilson Moreira, Nei Lopes, entre outros. Com repertório exclusivo de Samba de Raiz, reconhecido por sua fidelidade ao estilo e pela consistência musical, proporciona interação com o público, uma vez que a mesa sem palco permitia a proximidade com os músicos, em sambas cantados ininterruptamente em coro e batidos na palma da mão, como os antigos faziam.

 Formação: Cremilson “Bico Doce” – cavaquinho e voz; Daniel Scisinio – cavaquinho e voz; Dinho Rosa – percussão; Ilton do Candongueiro – percussão; Iracema Monteiro –voz; Ivan Mendes – sopro e percussão; Marcos Basilio – percussão; Raphael Lagoas – percussão; Serginho Procópio – cavaquinho e voz; e Wander Fontana – violão.

– Sarau do Cahon

 Movimento artístico idealizado pelo produtor musical, arranjador e baixista Daniel Cahon, que tem como objetivo fomentar a cena musical independente. A ideia nasceu quando Cahon se viu tocando com diversos artistas de estilos diferentes e percebeu a falta de contato e diálogo entre as tribos musicais.

Nestes seis anos de movimento já executadas mais de 100 eventos, tocando mais 4000 canções. Receberam mais de 1500 artistas, entre eles Arthur Maia, Carlos Dafé, Da Ghama (Cidade Negra), Fernando Caneca, Germana Guilherme, Marcus Lima, Mombaça, Patricia Mellodi, Rogerio Souza, Serjão Loroza, Silvério Pontes, Suzie Thompson, Zé Katimba, entre outros. O evento já contou também com participações de diversas bandas como Barcamundi, Devir, Gragoatá, Kapitu, Mondnego, Nayah, O Álibi, Overdrive Saravá, Projeto Coletivo e outros. A proposta do Sarau do Cahon é unir instrumentistas, cantores, compositores, interpretes e os mais variados profissionais ligados à área da música (produtores, fotógrafos, sonoplastas e etc) para oferecer ao público um evento eclético e diversificado, prezando sempre pela qualidade musical.

Convidados: Abigail, Claudio Salles e Madalenna.

Banda base: Daniel Cahon (direção musical e contrabaixo), Mac William Caetano (bateria), Marcelo Nestler (guitarra), Pedro Batuq (percussões) e Vladimir Sosa (teclado).

– Samba em Movimento – Niterói

 O coletivo nasceu no início de 2020, quando um grupo de amigos sambistas teve a ideia de organizar uma reunião dos participantes da cena de samba e pagode de Niterói, entre músicos, artistas, produtores, técnicos e operadores de som e demais envolvidos, para uma resenha semanal onde pudessem trocar ideias de projetos e parcerias com o poder público e a iniciativa privada, além de uma bela roda de samba.

– Choro na Rua

O coletivo nasceu espontaneamente na Rua do Rosário, em dezembro de 2016, em frente à extinta livraria Al-Farabi, no lançamento do livro sobre a dupla Zé da Velha & Silvério Pontes. A roda, que aconteceu na rua e cujo vídeo teve mais um milhão de visualizações nas redes sociais, fez com que um núcleo de músicos percebesse que havia demanda por esse tipo de música fora dos ambientes formais. A proposta do “Choro na Rua” é levar a magia da roda de choro para um público maior, fazendo balançar e sorrir, ocupando e requalificando espaços urbanos e fortalecendo esse riquíssimo traço de identidade cultural.

O grupo conta com vários músicos que se revezam nas rodas e apresentações e sempre com convidados.

Formação: Silvério Pontes – Trumpete; Zé da Velha – trombone; Daniela Spielmann – sax soprano; Alexandre Romanazzi – flauta; Dudu Oliveira – flauta e sax tenor; Henrique Cazes – cavaquinho; Thiago Souza – Bandolim; Antonio Guerra – acordeom; Charles da Costa – Violão de seis cordas; Rogério Caetano – violão de sete cordas; Netinho – pandeiro; Rodrigo de Jesus – percussão geral; Jovi Joviniano – percussão geral; Beto Cazes – percussão geral

A Sala Nelson Pereira dos Santos fica na Av. Visconde do Rio Branco, 880 – São Domingos – Niterói

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