Dentro da programação do Festival “PRAS BANDAS DE CÁ”, a Sala Nelson Pereira dos Santos recebe no dia 07 de agosto, o Sarau Cahon, às 20h, e no domingo, Banda Tribos, às 19h45. Os espetáculos contarão com apenas 30% do público em função da pandemia e toda a renda dos shows será revertida para os artistas, visando diminuir os impactos econômicos causados pela pandemia do coronavírus, que atingiu fortemente a classe artística.

O “Festival pras bandas de cá”, teve início no dia 22 de julho, vai agitar a Sala Nelson Pereira dos Santos, em Niterói, até o dia 15 de agosto, com diversos shows e mais de 20 atrações. O evento, com bilheteria revertida para os próprios artistas, conta com a participação de grupos niteroienses.

A Sala Nelson poderá disponibilizar 148 assentos para serem ocupados pelo público de forma presencial. Neste primeiro momento de retomada das atividades culturais, somente artistas da cidade se apresentarão no espaço e receberão como cachê a renda obtida com a bilheteria das apresentações.

A iniciativa da Prefeitura de Niterói, realizada por meio da Secretaria Municipal das Culturas e da Fundação de Artes de Niterói (FAN), tem como objetivo contribuir para mitigar os impactos econômicos causados pela pandemia do coronavírus no setor artístico da cidade. Essa primeira fase do festival, parte do pacote de retomada das atividades culturais, será voltada apenas para artistas do município.

Durante a programação, a Sala Nelson Pereira dos Santos, seguindo os protocolos sanitários do município, vai funcionar com 30% de sua capacidade de público presencial e disponibilizará até 148 na plateia. A venda dos ingressos é feita pela plataforma Sympla, no endereço eletrônico: www.sympla.com.br ou pelo aplicativo que está disponível para sistemas Android e IOS.

BR80 e Gold Coast abriram o evento, no dia 22. No dia seguinte, foi a vez do Candongueiro com Pedro Ivo levar a plateia ao delírio com muito samba. No sábado, dia 24, Sarau do Cahon mostrou ao público um evento eclético e diversificado, com sua música de qualidade. Nesta primeira semana, ainda, Samba em Movimento, no dia 27, com apresentações marcadas também para os dias 3 e 10 de agosto. Choro na Rua, 29 de julho; Candongueiro com Andrea Beat, no dia 30; Rebel Day, no dia 31, com High Hopes e Bloody Mary, e no dia 1 de agosto, com Bezzouros e Bloody Mary Reload; além de André Jamaica, no dia 2 deste mês. Na primeira semana de agosto, o evento contou, ainda, com DizcoÉ 20 Anos (dia 5); Candongueiro, com Bruno Barreto (dia 6); e Samba em Movimento (dia 3), com apresentação também no dia 10.

Sobre os artistas e bandas:

– Sarau do Cahon

Movimento artístico idealizado pelo produtor musical, arranjador e baixista Daniel Cahon, que tem como objetivo fomentar a cena musical independente. A ideia nasceu quando Cahon se viu tocando com diversos artistas de estilos diferentes e percebeu a falta de contato e diálogo entre as tribos musicais.

Nestes seis anos de movimento já executadas mais de 100 eventos, tocando mais 4000 canções. Receberam mais de 1500 artistas, entre eles Arthur Maia, Carlos Dafé, Da Ghama (Cidade Negra), Fernando Caneca, Germana Guilherme, Marcus Lima, Mombaça, Patricia Mellodi, Rogerio Souza, Serjão Loroza, Silvério Pontes, Suzie Thompson, Zé Katimba, entre outros. O evento já contou também com participações de diversas bandas como Barcamundi, Devir, Gragoatá, Kapitu, Mondnego, Nayah, O Álibi, Overdrive Saravá, Projeto Coletivo e outros. A proposta do Sarau do Cahon é unir instrumentistas, cantores, compositores, interpretes e os mais variados profissionais ligados à área da música (produtores, fotógrafos, sonoplastas e etc) para oferecer ao público um evento eclético e diversificado, prezando sempre pela qualidade musical.

Banda base: Daniel Cahon (direção musical e contrabaixo), Mac William Caetano (bateria), Marcelo Nestler (guitarra), Pedro Batuq (percussões) e Vladimir Sosa (teclado).

– Banda Tribos

Toca todas as tribos para conquistar o público.

No repertório, estilos variados, que passa pelo pop, rock, black e soul music, entre outros estilos, num misto das antigas com atuais, além de versões próprias de canções famosas nacionais e internacionais.

Formação: André Joaca, Alexandre Bebeto, Fernando Lima, Alexandre Adão, Vini Raulino e Alexandre Soares

– Samba em Movimento – Niterói

 O coletivo nasceu no início de 2020, quando um grupo de amigos sambistas teve a ideia de organizar uma reunião dos participantes da cena de samba e pagode de Niterói, entre músicos, artistas, produtores, técnicos e operadores de som e demais envolvidos, para uma resenha semanal onde pudessem trocar ideias de projetos e parcerias com o poder público e a iniciativa privada, além de uma bela roda de samba.

– BANDANELES

Formada por 4 amigos em 2001. Tiveram sua trajetória marcada por 7 anos consecutivos, fazendo as melhores festas de Niterói e do Rio de Janeiro. O show, na Sala Nelso Pereira dos Santos, é em comemoração aos 20 anos de amizade e música.

Acompanhados do guitarrista Rafael Maiolino, a banda irá apresentar releituras de músicas autorais, como ‘10 minutos’ e ‘Depois do Fim’, além de relembrar sucessos que marcaram o repertório nos meados dos anos 2000.

Formação: Pedro Victteri – vocal e violão; Eduardo Manu – bateria e efeitos; Thaizinho Costa – baixo; e Danilo Pousada – Guitarra

– Candongueiro

A roda nasceu no quintal de casa apenas para amigos, se tornou sucesso estrondoso ao longo dos anos e, quinzenalmente, atraía centenas de pessoas a Niterói. Além de contar com músicos virtuosos, o grupo Candongueiro atriu um público cativo, que teve pôde acompanhar participações memoráveis de baluartes do samba como Beth Carvalho, Dona Ivone Lara, Nelson Sargento, Wilson Moreira, Nei Lopes, entre outros. Com repertório exclusivo de Samba de Raiz, reconhecido por sua fidelidade ao estilo e pela consistência musical, proporciona interação com o público, uma vez que a mesa sem palco permitia a proximidade com os músicos, em sambas cantados ininterruptamente em coro e batidos na palma da mão, como os antigos faziam.

 Formação: Cremilson “Bico Doce” – cavaquinho e voz; Daniel Scisinio – cavaquinho e voz; Dinho Rosa – percussão; Ilton do Candongueiro – percussão; Iracema Monteiro –voz; Ivan Mendes – sopro e percussão; Marcos Basilio – percussão; Raphael Lagoas – percussão; Serginho Procópio – cavaquinho e voz; e Wander Fontana – violão.

– Monica Mac

 Há 20 anos, dedica-se exclusivamente à música como profissão. Nos últimos 10 anos, o samba foi destaque em seu repertório, buscando, por meio de pesquisas, estudos sobre grandes mestres e suas obras. Tornou-se referência no mundo do samba niteroiense, conquistando um público exigente e amante do gênero.

Co-idealizadora dos projetos ‘Samba Buarque De Hollanda’, ‘Sai Samba de Cartola’ e ‘Recriando a Criação’, em homenagem ao mestre Zé katimba.

Já trabalhou com Zé Katimba, Dudu Nobre, Tuninho Geras, Dona Ivone Lara, Xande de Pilares, Nelson Sargento, Marquinhos Diniz, entre outros.

– Engenho Roots

 Engenho, do Mato. Roots, do Reggae. Uma mistura de locais, estilos e vibrações que formaram a combinação perfeita. Assim nasceu o projeto Engenho Roots, que começou em junho de 2020 durante a pandemia, por meio de lives entre amigos músicos e que agora ultrapassa a internet e ganha os palcos da cidade.

A ideia surgiu quando os amigos de longa data – e muitos shows – Marcelo Banana (Canamaré) e Mário Seixas (Bagabalô) decidiram aproveitar o fato de morarem perto um do outro, no Engenho do Mato, para se reunirem e fazerem um som.

Não demorou muito e os músicos FlavinRaggaman e Davi Damasceno (ambos Devir e Zunido) se juntaram ao grupo Engenho Roots ainda em formato acústico. Na sequência, com a entrada do Pedro Pedrada, no baixo (Ponto de Equilíbrio) e Fabinho Muniz, na bateria (Instinto Coletivo), o projeto ganha de vez a sonoridade de uma banda.

No repertório, um passeio pelos clássicos do reggae jamaicano e mundial, homenageando os maiores artistas que fizeram esse ritmo ser classificado como ‘Patrimônio Imaterial da Humanidade’.

Formação: Marcelo Banana – voz/percussão; Mário Seixas – voz/percussão; FlavinRaggaman – voz/trombone; Davi Damasceno – voz/guitarra; Pedro Pedrada – baixo; Fabinho Muniz – bateria

– Violúdico

 Ritmos como rock, samba, jazz, funk, reaggae, axé, bossa nova, carimbó e outros misturados em um só show para crianças e adultos.

Com muito bom humor, a apresentação brinca com tutoriais de danças, manipulação de bonecos e bugigangas, além de brincadeiras musicais com histórias engraçadas. Vai ter, ainda, um concurso de máscaras. O uso, claro, é obrigatório e o grupo vai escolher a melhor máscara da tarde. O ganhador ou ganhadora levará um prêmio especial para a casa.

SERVIÇO

“Festival pras bandas de cá”, na Sala Nelson Pereira dos Santos

Programação de 7 a 15 de agosto:

 – Sarau Cahon
Data:
07/08 – sábado / Horário: 20h
Valor: R$ 40 (inteira) | R$ 20 (meia)

– TRIBOS para todas as tribos
Data: 08/08 – domingo / Horário: 19h45
Valor: R$ 20 (inteira) | R$ 10 (meia)

– Samba em Movimento
Data: 
10/08 – terça / Horário: 19h30
Valor: R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia)

– 20 Anos Banda Neles – RockziM
Data:
12/08 – quinta / Horário: 20h
Valor: R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia)

– Candongueiro – Monica Mac
Data:
13/08 – sexta / Horário: 19h30
Valor: R$ 40 (inteira) | R$ 20 (meia)

– Engenho Roots
Data:
14/08 – sábado / Horário: 19h30
Valor: R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia)

– Violúdicos: Todos os Ritmos para crianças
Data:
15/08 – domingo / Horário: 16h
Valor: R$ 40 (inteira) | R$ 20 (meia)

Todos os ingressos pela plataforma Sympla, no endereço eletrônico www.sympla.com.br.

Local: Sala Nelson Pereira dos Santos

Endereço: Av. Visconde do Rio Branco, 880, São Domingos (dentro do Complexo Reserva Cultural).

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